
Lendo os textos sobre a Educação Especial percebi que a evolução da história mundial e no Brasil, pois no início se percebe um total descaso, só a partir do século XVIII e XIX é que ocorre a institucionalização, onde os indivíduos eram segregados e protegidos em instituições residenciais. No meio de século XIX e XX surgem as escolas especiais/classes especiais nas escolas públicas. No Brasil a fase de negligência vai até o início da década de 50 e tem como marcos.
Na década de 70 no Br ocorre a institucionalização da educação para deficientes e com a Constituição de 1988 fica sacramentado a garantia de atendimento educacional de pessoas com necessidades , bem como a LDB reforça isso. Mesmo estando tudo garantido em Lei, sabemos que os serviços especializados e o atendimento das necessidades específicas estão muito longe da realidade, mas cabe a todos exigir estas mudanças .
Conforme Cláudio Batista:
Educacionalidade: recusa do questionamento; valorização de uma concepção interacionista na compreensão do sujeito e na proposição de ações educacionais; investimento no conhecimento, por meio da pesquisa, dirigindo aos sujeitos e aos contextos.
Afirmações merecedoras de cuidado...
A inclusão é um método pedagógico;
A inclusão é uma estratégia para barateamento de custos;
A escola especial também pode ser inclusiva:
Todos somos iguais/ todos somos deferentes.
Perguntando:
Como surgem as preposições que passam a indicar o ensino comum como espaço prioritário de educação para os alunos que eram considerados “da educação especial”?



