
A interdisciplina de Linguagem e Educação, em sua primeira proposta de atividade oferece uma reflexão: Fala-se/escreve-se/lê-se sempre do mesmo jeito? Que diferenciações podem ocorrer em relação à fala ou à escrita?
A leitura do texto sugerido para a realização desta atividade fez-me pensar em nossa prática cotidiana nas escolas e como passamos o tempo preocupados em dar conta de conteúdos previamente programados, sem, muitas vezes, perceber a complexidade da aprendizagem individual dos alunos.
O texto nos chama a atenção de que, até mesmo nós, já alfabetizados e letrados, fazemos usos de diferentes maneiras da leitura e da escrita, dependendo do contexto que estamos inseridos.
Uma maneira de abrir caminhos para a leitura e escrita convencional é proporcionar aos alunos diferentes formas textuais, possibilitando a percepção das mesmas.
O desafio talvez esteja em nossa própria percepção frente aos alunos que ainda apresentem a dificuldade de expressar-se, seja de maneira escrita ou oral. Penso que nós é que devamos ser alfabetizados e até mesmo letrados neste processo.
Em nosso cotidiano sempre nos deparamos em situações que exigem alfabetização e letramento. Entretanto sabemos que se diferenciam em alguns aspectos uma da outra.
Em linguagem simples podemos dizer que a alfabetização está vinculada a decifração de códigos da língua oral e escrita. Já a definição de letramento, segundo o texto dr Kleiman, “ é um conjunto de práticas sociais que usam a escrita, enquanto sistema simbólico e enquanto tecnologia, em contextos específicos, para objetivos específicos.
Novas aprendizagens e assimilações com o que estudamos em grupo na metodologia do Geempa com as ideias pós-construtivista junto com a doutoura Esther Grossi em umas das assessorias, através desta metodologia desencadeou em nós professores uma nova forma de ensinar e aprender com objetivos claros tendo como prioridade o sucesso do educando.
Estou feliz pois noto o desenvolvimento das habilidades e competências dos meus alunos, pois foi superadas as minhas expectativas ao longo deste processo. Destaco que esta proposta metodológica visa cem por cento de aluno alfabetizado no primeiro ano dos nove do ensino fundamental.


